http://www.youtube.com/watch?v=E78NsX75Qgo&feature=player_detailpage
Vejam o vídeo sobre insulina, é bem legal!
Este espaço tem por finalidade aprender e compartilhar conhecimento sobre alimentação e saúde,desde nutrição à gastronomia. Será um prazer receber vocês!
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Novidade muuuuuuuuuuito boa!
Nutricionista investe em doces para clientes com restrição alimentar
Quem não fica com água na boca só de pensar em bolo, mousse, torta, rocambole, manjar. Acontece que muitos diabéticos, alérgicos ou veganos têm que resistir as tentações dos doces por causa das reações que determinados ingredientes podem causar no organismo. Foi pensando nesse público que uma nutricionista de Santos, no litoral de São Paulo, criou uma confeitaria destinada especialmente a este público, trocando ingredientes básicos por opções específicas, sem tirar o sabor gostoso.
A iniciativa surgiu há aproximadamente um ano. A nutricionista Tatiana Branco explica que ela criou o projeto em parceria com a mãe, Irene Branco, quando esta parou de trabalhar. “Faltando cinco anos para se aposentar minha mãe perdeu o emprego, aí unimos o útil ao agradável, porque ela sempre gostou de cozinhar e sempre foi muito elogiada pela família, então procuramos fazer um curso de gestão e ab
rimos o negócio”, diz Tatiana.
“Percebi que havia uma lacuna de opção para essas pessoas, quando ia à docerias observava que só haviam algumas fatias, de um único sabor, para diabéticos. Resolvi expandir, afinal todos têm direito de consumir coisas gostosas”.
Pode até parecer impossível fazer crescer a massa de um bolo, ou deixá-lo gostoso sem determinados ingredientes, como leite, ovo e farinha de trigo. Mas a nutricionista garante que é possível. “A soja substitui bem quase tudo. Tem leite de soja, leite condensado, e é bem gostoso. Também troca-se o açúcar pelo adoçante e, faço uma mistura de ingredientes para dar consistência, no caso do cliente ser intolerante ao glúten da farinha de trigo”, explica.
No cardápio há mais de 45 opções de doces, entre diversos sabores, e a nutricionista afirma que as pessoas sempre ligam perguntando quais são as opções para diabéticos, alérgicos ou veganos. “Mostro para as pessoas que qualquer opção do cardápio pode ser feita, basta trocar os ingredientes, e fica saboroso da mesma forma”, diz.
O primeiro bolo “especial” foi vendido para a biomédica Mariana Thomé, o pai dela é diabético e, por isso ela comprou um bolo sem adição de açúcar. “Em todos os aniversários do meu pai ele nunca podia comer o bolo da própria festa, e ele adora doces, agora já come bolo com os convidados normalmente”, diz Mariana.
Fonte: G1
“Percebi que havia uma lacuna de opção para essas pessoas, quando ia à docerias observava que só haviam algumas fatias, de um único sabor, para diabéticos. Resolvi expandir, afinal todos têm direito de consumir coisas gostosas”.
Pode até parecer impossível fazer crescer a massa de um bolo, ou deixá-lo gostoso sem determinados ingredientes, como leite, ovo e farinha de trigo. Mas a nutricionista garante que é possível. “A soja substitui bem quase tudo. Tem leite de soja, leite condensado, e é bem gostoso. Também troca-se o açúcar pelo adoçante e, faço uma mistura de ingredientes para dar consistência, no caso do cliente ser intolerante ao glúten da farinha de trigo”, explica.
No cardápio há mais de 45 opções de doces, entre diversos sabores, e a nutricionista afirma que as pessoas sempre ligam perguntando quais são as opções para diabéticos, alérgicos ou veganos. “Mostro para as pessoas que qualquer opção do cardápio pode ser feita, basta trocar os ingredientes, e fica saboroso da mesma forma”, diz.
O primeiro bolo “especial” foi vendido para a biomédica Mariana Thomé, o pai dela é diabético e, por isso ela comprou um bolo sem adição de açúcar. “Em todos os aniversários do meu pai ele nunca podia comer o bolo da própria festa, e ele adora doces, agora já come bolo com os convidados normalmente”, diz Mariana.
Fonte: G1
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
SEMANA DO ALEITAMENTO MATERNO!
Realmente é muito a se comemorar, porque cada mãe que amamenta consegue ser uma heroína, precisa de muita força de vontade. Quero parabenizar neste dia, cada heroína que amamentou ou amamenta, e a todos que as apoiaram ou apoiam! Vocês são especiais! Eu, tive muita dificuldade no início porque, apesar da preparação, meus mamilos ficaram muito machucados por cerca de 18 longos dias, ainda passou pela minha cabeça... desistir, mas o meu desejo de amamentar, o amor pela minha filha e a consciência de que eu já estava começando a dar o melhor de mim mesma a alguém que mudaria toda minha vida, falou mais alto, a dor foi superada, o sono, o cansaço, e eu realizei um grande sonho - amamentei EXCLUSIVAMENTE (sem chás ou água) por 5 meses e meio (porque eu precisava voltar ao trabalho no 6º mês)! Gente, quem já amamentou sabe que não é fácil, mas diante de tantas dificuldades, aquela sensação de um bebê no colo se alimentando e aquele olhar indescritível de "muito obrigado!" é algo que só entende quem vivencia. Minha filha é saudável, e cresce bem, como muitas crianças que não tiveram a oportunidade de amamentar também são, mas... EU tive o privilégio de sentir amamentar. Agradeço a Deus, meu marido e a minha Juju por ter me proporcionado esse momento sublime que ficará sempre na minha memória!
Além de tudo eu emagreci enquanto amamentava, eu economizei dinheiro e tempo, porque não precisava comprar e muito menos preparar a refeição da minha filha, e eu tinha a certeza de que estava dando o melhor alimento, o mais seguro e mais completo!
Janaina Eliziário.

terça-feira, 31 de julho de 2012
Ecaaaaaaaa!
O que comeremos em 20 anos?
Alguns analistas calculam que o preço dos alimentos pode dobrar nos próximos cinco a sete anos, tornando itens hoje comuns, como carne, em artigo de luxo.
Veja abaixo algumas alternativas que, embora estranhas àprimeira vista, são apontadas como caminhos prováveis para resolver lacunas na demanda por alimentos.
- Insetos
O governo holandês já investiu um milhão de euros em pesquisa sobre como inserir carne de insetos nas dietas de seus cidadãos e preparar leis para regulamentar sua criação.
Insetos fornecem tanto valor nutricional quanto carne de mamíferos, mas custam e poluem muito menos. Cerca de 1, 4 mil espécies poderiam ser consumidas pelo homem, compondo salsichas ou hambúrgueres.
Boa parte da humanidade já come insetos, especialmente na Ásia e África. Mas os mercados ocidentais devem resistir à ideia e vão ser necessárias grandes campanha de marketing para tornar aceitável ideia de incluir insetos como gafanhotos, formigas e lagartas no cardápio.
- Carne de laboratório
Cientistas holandeses criaram carne em laboratório usando células-tronco de vaca e esperam desenvolver o primeiro "hambúrguer de proveta" até o fim de 2012.
A produção de carne artificial poderia trazer grandes benefícios ao meio ambiente, pela redução no número de cabeças de gado - grandes emissores de CO2 - e nas áreas de floresta desmatada para a criação de pastos. A carne de laboratório poderia ser manipulada para ter níveis bem mais saudáveis de gordura e nutrientes.
Os pesquisadores holandeses dizem que a meta é fazer a carne in vitro ter o mesmo gosto que a tradicional - coisa que ainda está longe de ter.
- Algas
Elas podem alimentar homens e animais, oferecer uma alternativa em graves crises alimentícias e ainda abrem mão do gasto de terra ou água potável para seu cultivo.
Cientistas ainda apontam para o potencial de algas como fontes de biocombustíveis - o que reduziria a dependência dos combustíveis fósseis.
Alguns especialistas preveem que fazendas de algas poderiam se tornar a mais promissora forma de agricultura intensiva.
Elas já existem em países asiáticos como o Japão.
Como os insetos, elas poderiam ser introduzidas em nossas dietas sem que soubéssemos. Cientistas na Grã-Bretanha estudam a substituição de sal marinho por algas em pães e outros alimentos industrializados.
Grãos têm um forte sabor, mas com baixo índice de sal, sendo portanto, mais saudáveis.
Fonte: BBC
Alguns analistas calculam que o preço dos alimentos pode dobrar nos próximos cinco a sete anos, tornando itens hoje comuns, como carne, em artigo de luxo.
Veja abaixo algumas alternativas que, embora estranhas àprimeira vista, são apontadas como caminhos prováveis para resolver lacunas na demanda por alimentos.
- Insetos
O governo holandês já investiu um milhão de euros em pesquisa sobre como inserir carne de insetos nas dietas de seus cidadãos e preparar leis para regulamentar sua criação.
Insetos fornecem tanto valor nutricional quanto carne de mamíferos, mas custam e poluem muito menos. Cerca de 1, 4 mil espécies poderiam ser consumidas pelo homem, compondo salsichas ou hambúrgueres.
Boa parte da humanidade já come insetos, especialmente na Ásia e África. Mas os mercados ocidentais devem resistir à ideia e vão ser necessárias grandes campanha de marketing para tornar aceitável ideia de incluir insetos como gafanhotos, formigas e lagartas no cardápio.
- Carne de laboratório
Cientistas holandeses criaram carne em laboratório usando células-tronco de vaca e esperam desenvolver o primeiro "hambúrguer de proveta" até o fim de 2012.
A produção de carne artificial poderia trazer grandes benefícios ao meio ambiente, pela redução no número de cabeças de gado - grandes emissores de CO2 - e nas áreas de floresta desmatada para a criação de pastos. A carne de laboratório poderia ser manipulada para ter níveis bem mais saudáveis de gordura e nutrientes.
Os pesquisadores holandeses dizem que a meta é fazer a carne in vitro ter o mesmo gosto que a tradicional - coisa que ainda está longe de ter.
- Algas
Elas podem alimentar homens e animais, oferecer uma alternativa em graves crises alimentícias e ainda abrem mão do gasto de terra ou água potável para seu cultivo.
Cientistas ainda apontam para o potencial de algas como fontes de biocombustíveis - o que reduziria a dependência dos combustíveis fósseis.
Alguns especialistas preveem que fazendas de algas poderiam se tornar a mais promissora forma de agricultura intensiva.
Elas já existem em países asiáticos como o Japão.
Como os insetos, elas poderiam ser introduzidas em nossas dietas sem que soubéssemos. Cientistas na Grã-Bretanha estudam a substituição de sal marinho por algas em pães e outros alimentos industrializados.
Grãos têm um forte sabor, mas com baixo índice de sal, sendo portanto, mais saudáveis.
Fonte: BBC
Acrilamida? Que bicho é esse?
Saiba o que está por trás do novo anúncio informativo dos Lanches do MC Donalds nos EUA
O rótulo traz um esclarecimento acerca da acrilamida, uma substância neurotóxica e potencialmente cancerígena que é formada em alguns alimentos processados em altas temperaturas.
Se você gosta de uma batata frita douradinha e crocante, certamente já ingeriu MUITA acrilamida.
Informações interessantes sobre o assunto podem ser obtidas no site da ANVISA emhttp://www.anvisa.gov.br/ faqdinamica/ index.asp?Secao=Usuario&use rsecoes=28&userassunto=173 .
Por facebook Nutrição.
O rótulo traz um esclarecimento acerca da acrilamida, uma substância neurotóxica e potencialmente cancerígena que é formada em alguns alimentos processados em altas temperaturas.
Se você gosta de uma batata frita douradinha e crocante, certamente já ingeriu MUITA acrilamida.
Informações interessantes sobre o assunto podem ser obtidas no site da ANVISA emhttp://www.anvisa.gov.br/
Por facebook Nutrição.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Refrigerante e suco muito adoçado também!
Refrigerantes engordam por uma razão diferente da esperada
Uma nova pesquisa da Universidade de Bangor (EUA) descobriu que os refrigerantes não só engordam as pessoas, mas também fazem com que seja mais difícil emagrecer.
11 pessoas, homens e mulheres, com cerca de vinte anos, participaram da pesquisa, que durou um mês e envolveu análise de sangue, tecido muscular e metabolismo corporal.
Segundo os pesquisadores, porque é difícil encontrar jovens que não tenham sido previamente expostos a uma grande quantidade de refrigerantes, e que estejam dispostos a passar por biópsias musculares, o estudo foi pequeno, mas seus resultados foram tão significantes que um estudo maior está sendo planejado.
O que eles concluíram é que beber refrigerantes açucarados (assim como outras bebidas com alta concentração de açúcar) por apenas um mês muda o corpo permanentemente, tornando a perda de peso mais difícil.
Isso acontece porque a ingestão regular dessas bebidas altera a maneira como o corpo “queima” combustível. Os músculos passam a “preferir” o açúcar como combustível, e a perda de peso se torna mais difícil. Esse efeito, a longo prazo, pode elevar os níveis de glicose no sangue, levando à diabetes.
“Essa ‘preferência’ pelo açúcar leva a uma capacidade reduzida de queimar gordura e ao ganho de gordura, além de tornar mais difícil para o nosso organismo lidar com o aumento do açúcar no sangue”, explica o cientista Hans-Peter Kubis.
“O que está claro é que o nosso corpo se ajusta ao consumo de bebidas açucaradas regularmente e se prepara para essa dieta alterando o metabolismo muscular através de atividade genética, incentivando adaptações insalubres nos genes, semelhantes às observadas em pessoas com problemas de obesidade e diabetes tipo 2”, comenta.
Ou seja, o açúcar, por si só, não aumenta nosso peso, mas sim a maneira como ele faz o nosso corpo armazenar mais açúcar.
Sendo assim, qualquer bebida com alto nível de açúcar (mesmo sucos industrializados) pode ser muito prejudicial à saúde.
Kubis sugere que os governos precisam tomar medidas contra o consumo exagerado de refrigerante, por exemplo, aumentar os impostos sobre a bebida para diminuir sua fabricação e compra.
Até porque esse não é o primeiro estudo que aponta desvantagens do refrigerante. Muitas pesquisas já apontaram diversos outros problemas que a bebida causa, como envelhecimento precoce, câncer, problemas dentários, neurológicos, paralisia, além de potencialmente viciar, poder causar infertilidade, vir em latas tóxicas, causar poluição e até mesmo matar se consumida em excesso.
Fonte: HypeScience
quarta-feira, 11 de julho de 2012
E os sorvetes?
Análise de sorvetes em Maceió aponta alto índice de contaminação do produto
(...) Entre os resultados obtidos ficou constatado que 100% dos sorvetes eram mantidos em temperaturas inadequadas. "A recomendação é que fiquem a -12ºC, mas quando fizemos a análise, eles estavam entre -4ºC e -9ºC", relata Ana Cristina Normande, coordenadora do laboratório.
Além disso, 12 amostras possuíam índice de coliformes acima do limite estabelecido pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), revelando condições higiênico-sanitárias inadequadas e risco potencial ao consumidor.(...)
Vejam a publicação completa da matéria que foi publicada em 25/05/2012 no endereço abaixo:
http://www.ufal.edu.br/utilidades/sala-de-imprensa/divulgacao-cientifica/analise-de-sorvetes-em-maceio-aponta-alto-indice-de-contaminacao-do-produto
Parabéns às nutris pelo trabalho e à professora Normande, sempre competente no que faz!
terça-feira, 10 de julho de 2012
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